Mostrando postagens com marcador Universitários. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Universitários. Mostrar todas as postagens

quinta-feira

O jornalismo e eu


Momentos filosofais, quase aterrorizantes. O estádio era do espelho, o sujeito moderno morreu, a razão quase virou verdade, o homem quase se tornou o centro do universo..e quem diria! Eu, quase virei filósofa!

Porém, toda a minha tentativa “filosófica” dos últimos dias valeu a pena! Valeu a pena quase pirar com Descartes e comemorar que Freud já morreu. Tudo valeu a pena! Afinal de contas, mais um semestre se passou e um ano de faculdade se foi.

Neste último semestre, descobri o que realmente é e o que se faz no jornalismo. Mesmo com a não obrigação do diploma, eu persistirei! E faço um pedido a vocês, meus amigos estudantes, que não desistam do curso, muito menos de lutar pelos seus direitos.

Porque ainda que o diploma não volte a ser obrigatório, podemos mostrar a importância dele, fazendo a diferença para um jornalismo mais ético no futuro.

segunda-feira

Devaneios filosofais de uma estudante


Depois de algumas horas, de muitas teorias e alguns devaneios, me vi rodeada de vários textos completamente densos e tudo parecia girar em minha cabeça.

Muito bem é hora de parar, respirar, e quem sabe depois, recomeçar. Assistir o jogo da seleção brasileira? É, um bom programa! Decidida levantei-me e fui ao encontro da nossa amiga dos domingos, a televisão.

Não muito tempo depois do início da partida, acontece um gol do time adversário, pensei comigo, devo estar vendo coisas! É eu não estava! Infelizmente aquele gol não era do Brasil. Porém, como uma boa torcedora que não desisti nunca, fiquei ali, firme e forte, não seria possível não ter uma virada!

Acaba o primeiro tempo e nada, ou melhor, o sujeito moderno, quer dizer o sujeito lá, o tal time, fez outro gol. Decepcionada, penso seriamente, em voltar o pensamento aos meus filósofos, sim leitor, meus, a essa altura eu já estava tão intima deles que já podia chamar de “meus”.

Mas, resolvi ficar, acabei dando razão ao meu “ego” inconscientemente. Você não entendeu nada não é? É eu também pouco estou me entendendo, mas nesse caso o que eu quis dizer é que acabei tendo sorte, pois, a seleção, como eu esperava, virou o jogo, acabando por três a dois.

Satisfeita com o resultado, desliguei o aparelho repressivo que se encontrava a minha frente e voltei para dar mais uma olhada nos meus amiguinhos filósofos. Fixei meus olhos lentamente sobre o texto que dizia “A morte do sujeito moderno”, mais uma vez minha mente fértil entra em ação, será que vou acabar como ele? (pensei enquanto observava o possível inimigo mortal). Fiquei com um pouco de medo da resposta que receberia do meu inconsciente e resolvi guarda-los por um momento.

É leitor como você deve imaginar, guardei-os e só me lembrei deles no outro dia. Então, recomecei minha conversa teórica semiótica pós-moderna. E surpreendentemente, embora, ainda esteja me sentindo meio “Kitsch”, estou sã.

Coisas de universitário




Estava, eu, com mais alguns colegas de faculdade sentada em um daqueles famosos bares da hora do intervalo, quando surge o assunto sertanejo universitário. As opiniões em geral se divergem, alguns adeptos do rock abominam esse tal estilo musical, outros já se interessam e ainda tem os que não perdem uma festa do gênero. Depois de muitas discussões, chegamos à conclusão de que gosto realmente não se discute.

Para você jovem que gosta de um bom sertanejo os tempos não podiam estar melhores. Esse novo ritmo se popularizou entre os jovens de classe A à D. Sem qualquer preconceito essa mistura de gêneros musicais vêm arrastando multidões por onde se apresenta. Em Florianópolis, se difundiu tão rápido que já temos casas noturnas (Floripa Music Hall, El Divino Lounge) que dedicam um ou dois dias para o sertanejo.

O que podemos dizer? Que o chamado sertanejo universitário veio para abalar as estruturas das raves? Ou será para definir públicos? Na verdade o sertanejo já existe há muito tempo, a única coisa que mudou do seu início até aqui é que agora, depois de algumas duplas terem a idéia de se apresentarem para estudantes universitários, ele foi assim intitulado.

Quem imaginaria que o tipo de música considerado mais cafona há alguns anos, viria a tomar o gosto da juventude? É conceitos mudam, pessoas mudam, as culturas se modificam, e enquanto isso a vida passa. E se ela se transforma tão rápido vamos aproveitar enquanto ainda podemos, seja ouvindo sertanejo universitário, rock ou MPB, pois o importante é não deixar de viver.