quinta-feira

Cineart7, resistindo às prenuncias do tempo

Na época do glamour, das festas irreverentes e vestidos chistosos nasciam na capital de Santa Catarina uma idéia revolucionária que difundiria a sétima arte, os cineclubes.
Em novembro de 1986 surgiu o Cine Art 7, os fundadores foram os amantes do cinema, Darci Costa e Alberto Fermiano. A idéia começou, pela vontade de exibir filmes de arte, ou seja, não comerciais, para Florianópolis. O Cine Art começou como uma sala que proporcionaria à população um local que, com exceção, ao Clube Nossa Senhora do Desterro, seria o único espaço na Capital, a priorizar a exibição filmes fora do circuito comercial. A primeira mostra foi no palácio da câmara, Fermiano e Costa, já amigos na época, uniram-se. Alberto foi responsável por levar o filme e Darci o equipamento de projeção.

Nascido da paixão pela sétima arte, de Costa, bancário aposentado, e seu amigo Fermiano, o Cine Art 7 funcionou entre os anos de 1986 e 1997. Com a declínio dos cinemas de rua, o Cine Art, passara a ser a melhor escolha de lazer, sem matinês e mais opções, as pessoas passavam seu tempo, assistindo aos filmes do Cine Art.
A sede do cineclube permaneceu durante os onze anos de seu funcionamento, no mesmo local. O prédio foi emprestado pela Prefeitura de Florianópolis, aos criadores do Art 7, especialmente para a exibição dos filmes. Seu endereço era Rua Almirante Alvim, nº 491, até a urbanização, em meados do século XX, passando a ser conhecida como, Rua dos Ilhéus.
Trata-se de um prédio tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Município (decreto nº 270, de 30 de dezembro de 1986). A edificação foi construída no século XX (entre 1880 e 1890) e serviu como “residência particular” (final século XIX até 1920); Escola de aprendizes Artífices de Santa Catarina (1920), Liceu industrial de Florianópolis (1937); Escola industrial de Florianópolis (1942 – 1962); Faculdade de Ciências Econômicas (1963 – 1974); Colégio de Aplicação (1973 – 1977); Prefeitura Municipal de Florianópolis (1981 – 1997) e sede do BADESC (2001 até a presente data).
Em junho de 1997, a Prefeitura de Florianópolis deixou o prédio. Com o intuito de uma reforma, para melhorar as condições de frequentação da edificação. O Cine Art foi retirado do local, porém, a esperança era que com o término da reforma, fossem chamados para ocupar novamente o prédio.
Entretanto, após a reforma foi instalado no local a FUNDAÇÃO BADESC. Que não possuía espaço para sala de cinema. A carência de alternativas para exibição, e falta de verba, não deixou outra opção, senão o fim do Cine Art 7.

sábado

Tipo...Um dia "Daqueles"!


Naquela manhã, chovia. Uma garoa chata, que dava aquela sensação de “não quero levantar”! Porém, tenho muitos objetivos e para alcançá-los preciso lutar.Decidida, sai de casa. Minha mão já ocupada com vários papeis, tinha muito a resolver. Chegando ao local da primeira tarefa, bateu aquela dúvida... E agora? Será que pergunto...Pensei. Quer saber, vou seguir meu inconsciente. Mas, acho que ele não estava em um dos seus melhores dias. Porque, após andar 1 hora, 25 minutos e exatamente 28 segundos. Rendi-me a meu ego orgulhoso e calculei: Acho que estou no caminho errado! Finalmente resolvi pedir informação.Aproximei-me do senhor que cuidava da portaria e perguntei:

- Por acaso o senhor sabe onde fica esse endereço? Referi-me indicando o papel.O homem olhou, analisou e após respirar por 2 segundos, respondeu:

- Fica aqui neste prédio mesmo, no 3º andar.

Depois da resposta do cavalheiro, respirei aliviada. Comecei a subir a escada e pensei: “Este prédio tem 15 andares, e o elevador esta quebrado. Tomara que ele esteja certo.”Maldito pensamento, porque tenho que pensar tanto!Quando cheguei ao 3º andar, após bater diversas vezes a porta, um velhinho de cabelo grisalho e pálpebras cansadas, me recebeu com um, boa tarde sorridente. Fiz a pergunta novamente e ele me disse, convicto:

- Olha mocinha, trabalho aqui há 25 anos e a única empresa que conheço no ramo, fica no 15º andar!

Hã! Será um exercício e tanto, não! Mas, já que estou aqui, vamos lá.

Durante a longa caminhada, encontrei um vendedor de bala de goma, um vendedor de rede, algumas pessoas carregando móveis, e uma cartomante, que queria de qualquer jeito adivinhar meu futuro. Finalmente cheguei ao almejado destino. Realmente, encontrei o que procurava, e consegui realizar minha tarefa. Com atraso, porém com sucesso. Desta história toda, aprendi uma grande lição. Esteja sempre bem informado, pois você nunca sabe, quando precisara seguir seu inconsciente. E peça informação, mas, somente em último caso.

A um ausente

Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.

Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?

Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.

Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste.

(Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira

Veículos públicos de São José estão estagnados

Na fila para embarcar no coletivo, diversas pessoas mostravam a indignação e insatisfação na face. Com problemas de horários e lotação nos veículos, as empresas de transporte de São José, vêm recebendo reclamações sucessivas e não tomam providência alguma.

Os trabalhadores e moradores da Cidade, falaram do constrangimento e da falta de cuidados das empresas e da própria Prefeitura, em verificar a situação dos veículos usados.
Dora Savóia, 42 anos, moradora do Bairro Ipiranga, declarou que os ônibus que embarca são muito lotados. E os horários são muito demorados.

“Depois das 14h temos de esperar 30 minutos, para chegar o próximo coletivo. Acho que pagamos muito caro, por um transporte público tão carente.” Concluiu Dora.
Foto: Arquivo pessoal

O mesmo problema acontece com a linha Florianópolis/Forquilhas. Roberto Ezequiel, 23 anos, programador, anda todos os dias neste ônibus e relatou as dificuldades que passa. Admitiu que a greve é também, um grave problema, pois dificulta o tráfego e dificilmente, mudam algo relevante.

“Nossos ônibus são de 30 em 30 minutos. Porém, quando o motorista chega mais cedo no terminal, eles saem mais cedo. E não cumprem os horários. No final da tarde, também o problema de sempre, filas intermináveis. Por conta dos poucos horários.” Relatou o Programador, sobre o transporte de São José.
Os motorista e cobradores negaram as acusações. Os fiscais também, falaram que não sabiam desta situação. E afirmaram que vão averiguar as reclamações, e estudar os devidos acertos.

Como anda o Transporte Coletivo de Biguaçu

Foto: Roberto R. Ezequiel



Quem passa pelo terminal de ônibus do Centro de Florianópolis, TICEN, (Terminal de Integração do Centro), pode notar a dificuldade da população para se locomover. No espaço físico e nos coletivos.

Os moradores de Biguaçu, em sua grande maioria, precisam ir até a Capital para trabalhar. Nesta pequena viagem Biguaçu/Centro, os habitantes da Cidade presenciam diariamente, toda a deficiência e falta de cuidados com o transporte coletivo.

Emerson de Souza, estudante de Direito, 19 anos, embarca todos os dias às 17h40min no ônibus da UNIVALE, que vem no sentido Centro/Biguaçu. Apesar de residir na Cidade em que estuda, tem ir até o Centro todos os dias para trabalhar.
“Gosto de morar em Biguaçu, é uma Cidade que está crescendo muito. Porém, nosso transporte público ainda tem muitas carências.” Relatou o estudante, sobre o fato da falta de conforto dos veículos.

Quanto a insuficiências dos automóveis, Souza ainda acrescentou. “Têm bastante horários, os ônibus são em média de 15 em 15 minutos, e não costumam atrasar. Entretanto, o pior problema está com o interior dos coletivos.”

Todos os habitantes e trabalhadores que embarcam na linha foram unânimes na afirmação, de que a maior dificuldade acontece, pelo fato dos automóveis serem muito antigos. A falta de conservação dos coletivos e de preocupação das empresas com a população.

Essa situação vem ocorrendo há bastante tempo. Os moradores embarcam no ônibus, e na maioria das vezes tem de descer no meio da viagem, pois o ônibus quebra, ou acontece algum outro problema mecânico.
“Na maioria das vezes são ônibus muito antigos mesmo, modelos que nem são usados mais. E são reaproveitados. Todas as semanas têm algum problema de demora por conta de troca de ônibus.” Assim se referiu aos problemas do transporte, Francieli Martins, 20 anos, comerciante e também moradora de Biguaçu.
Os fiscais presentes no terminal, afirmaram que as providências necessárias estão sendo avaliadas. Ainda assim, não podem afirmar nenhuma mudança imediata para este ano.

sábado

Biguaçu, a Cidade que respira Arte!

Durante o percurso do ônibus Biguaçu/Florianópolis, os olhos atentos de Ana Carina, 20 anos, percorrem a folha com notas musicais.

Diariamente Carina, que é atendente de padaria, no centro de Florianópolis, percorre o caminho estudando suas partituras. Assim como a atendente, milhares de jovens estão tendo fácil acesso a música e a cultura em Biguaçu.

“Na minha Cidade é muito comum, jovens fazendo aulas de música. Temos bastante incentivo a cultura, e isso nos ajuda.” Falou Carina, em decorrência do fato de que em outras Cidades, não há tal incentivo.

A jovem estuda órgão, um instrumento pouco tocado nos dias de hoje. Porém, Ana afirmou que em Biguaçu, depois da abertura da Escola Municipal de Música, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura, muitas pessoas estão tendo acesso a esse conhecimento. Na escola, os alunos podem aprender diversos instrumentos, entre eles o órgão. Inclusive muito procurado por jovens e adultos, que procuram uma forma de se envolver com a comunidade.

A Escola tem projetos, em que busca o envolvimento da comunidade. Conta com diversos consertos musicais, estes, com artistas locais e de outras Cidades. Também trabalha com o projeto “Portas Abertas”, trata-se de um dia em que alunos de escolas da região e cidades vizinhas, podem visitar a escola e conhecer melhor vários instrumentos. Atualmente a escola conta com mais de 1200 alunos, todos aprendendo música gratuitamente.

Outro Centro de Arte, muito importante da região é o Casarão Born, que hoje faz parte do turismo da Cidade, como um dos maiores Centros Culturais da região. A edificação é tombada pelo Patrimônio Histórico e Arquitetônico de Santa Catarina.

Sua história começou em 1891 quando foi construído, depois de uma iniciativa de João Nicolau Born, Prefeito de Biguaçu, e seu filho Lúcio Born. Depois de sua inauguração a Casa Born, já abrigou a sede da Sociedade Recreativa 17 de Maio, o Fórum da Comarca de Biguaçu, e a Câmara Municipal de Vereadores.

Atualmente, dentro da sede funcionam, a Academia Municipal de Letras, um centro de informações, a biblioteca virtual com 10 computadores com acesso à internet, e dois salões para exposição, destinados aos artistas locais.

Nesta sexta-feira, 15, o Casarão Born comemorou um ano funcionando como Centro Cultural. Ele foi reaberto depois de dez anos fechado, por problemas de conservação no prédio, inaugurado em maio de 2009. Para celebrar a conquista dos moradores e da cidade, após um ano aberto, o Casarão esta com uma repleta programação. Entre mostra de cinema, apresentações teatrais e outras diversas atividades culturais para a comunidade.

A programação começou na sexta-feira, 15, e se estenderá até dia 22, na próxima semana. Serão apresentações em vários lugares diferentes, com intuito de deixar o público mais perto dos artistas e da comunidade.

Balão Surpresa

Quem não lembra destes balões, que fazem à alegria da garotada nas festas infantis. Você pode até nunca ter sentido a sensação de estourar um, mas já aparou as balinhas, chocolates, brinquedos e muitas mais surpresas que podem vir dentro dele.

Infelizmente, com o tempo, perdemos os encantos de criança, e os balões já não mais são recheados de brinquedos e balas. Agora nossos balões estouram sucessivamente e mais rápido. Fazendo nos depararmos com as alegrias, ousadias, sonhos de nossa vida.

Porém, também trazem angústias, sofrimentos, mágoas, saudades... Saudades, ah saudades, como doem, quando chegam inesperadamente! São essas as tais surpresas da vida, que nos fazem pensar: “Até onde vale a pena nossos consumismos?” E porque ainda não nos acostumamos a viver sem tais banalidades?

Das coisas mais importantes da vida, poucas são realmente importantes. Aquelas as quais oferecemos menos valor, talvez sejam as mais relevantes hoje. Aqueles pequenos momentos, que só são notados quando o balão estoura, definitivamente. Não a mais saída, temos que lutar, não se pode reconstruir o balão, mas precisamos agir antes que nossa vida se torne um grande balão, onde as coisas já não têm reversão.

Olhando ao longe pensativa e sem rumo, hoje meu norte sumiu. Me veio à cabeça aquela música do Roberto Carlos, que fala assim:

Não adianta nem tentar
Me esquecer
Durante muito tempo
Em sua vida
Eu vou viver...

Detalhes tão pequenos
De nós dois
São coisas muito grandes
Pra esquecer
E a toda hora vão
Estar presentes
Você vai ver...

Cantando essa música, a tristeza já abatia meu coração. E a saudade ia e voltava, como num carrossel.

sexta-feira

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Obrigada visitantes! Estou mutio feliz, com a assídua participação de todos no meu blog!

Beijos

quinta-feira

Devaneios pelo avesso!

Os devaneios no período de provas, já não são mais os mesmos. Horas a fio de estudos, a busca pela incondicional melhor nota. Depois de um tempo, as dedicações mudam de foco. Você percebe que é muito mais importante aprender, do que decorar. Percebe que para aumentar seus conhecimentos, ou torná-los mais profundos, depende do seu esforço pessoal e um pouco (mas, digamos que muito pouco) de sorte.

Aquele professor bajulador, não te levará a nada, ele apenas avalia sobre os próprios conhecimentos, quem será o melhor, nem sempre está certo. Outro dia na sala de aula, observei uma dessas situações de bajulice profunda, em que o didático estimulador de pensamentos (ou não), tentava exaltar as qualidades de um “fulano”.

O ser mimado sente-se tão confortável com os elogios, sequer percebe que isso não lhe faz bem, ao contrário. Na maioria das vezes assim, como um pai que não enxerga os defeitos (ou falta de habilidades), do filho, este educador provocará o mesmo erro, deixando este acadêmico, ou estudante em geral, pensando que sempre será o melhor.

Lamento dizer que nem sempre será assim! Falo porque também já fui mimada, ou bajulada, por esses infortúnios acontecimentos da vida. Mas, não sinto falta disso. Ao contrário, noto o quanto me atrasava e alocava como estudante e pessoa pensante. Um dia um amigo me falou certa frase: “Não deixe que os outros façam por você, o que você pode fazer melhor!”

Acho que isto resume tudo, o que eu quis discorrer até aqui, pense nisso, hoje.

Famosa por uma noite

Outra manhã estava saindo apressada, para mais uma labuta diária, quando alguém me parou, e como querendo frear minha caminhada decidida, falou:

- Você sabia (...). Fiquei esperando a resposta, achei que fosse algum tipo de pegadinha. Quando me dei conta, a pessoa completou: - (...) que sou seu fã?

Devo ter feito uma expressão de “hã, do que você está falando?” E o fulano, decididamente certo de que eu era o seu “ídolo”, me abraçou e continuou: - Estou tão emocionado!

Eu já estava atrasada, agora tinha acabado de me atrasar. E o meu “fã”, que eu nem sabia que existia, era o culpado disso. É obvio que ninguém acreditaria nessa desculpa para o atraso. Que tinha feito eu, para merecer toda essa tietagem, só para mim. Tentava me explicar, mas, o meu admirador, até então secreto, não dava trégua. Por diversas vezes tentei me pronunciar e nada, até que finalmente o referido, percebeu que eu estava tentando falar.

- Você quer dizer algo? (perguntou com voz de quem, não estava entendendo.)

- Para dizer a verdade, estou tentando falar desde o inicio, mas você não me permitia!

Diante do olhar perplexo, continuei: - Você deve estar me confundindo com alguém! Pois sou uma pessoa comum, como você! Trabalho, estudo, enfim busco um lugar ao sol..e por falar nisso estou atrasada para o trabalho. (Fui saindo, quando a pessoa retrucou)

- Mas, se você não é meu ídolo, então quem ele é?!

Neste momento acordei! Ufa! Tudo não passará de um sonho maluco! Mas, qual o significado daquele sonho? Será que todos nós temos admiradores secretos? Qual a dimensão que existi entre a vida de um fã e um ídolo, afinal? São pessoas normais, iguais. Ao final, tudo não passa de um devaneio de nossa mente, que quer tentar ser algo que não somos ou não tentamos ser.

sábado

Livros

" Uma imagem que jamais vou esquecer é a de minha mãe, preocupada, na janela, me esperando chegar, qualquer que fosse a hora. Ela jamais quis que eu fosse jornalista.(...)"

Trecho do livro de Ricardo Kotscho; Do Golpe ao Planalto, Uma vida de repórter.


segunda-feira

Baleia franca Encalhada no sul resisti a uma semana

Um fato não comum a baleia franca, encalhada em Laguna, resisti a uma semana. Foram diversas as tentativas de eutanasia, porém, o animal resistiu e está surpreendendo os especialistas.
Com poucos sinais vitais e respiração lenta, os veterinários e estudiosos já não esperavam reação da baleia. Entretanto, ela ainda permanece resistindo. Confusos e surpreendidos os especialistas declararam: " Parece milagre!"

Cultura é gratuito!

Floripa Isnard Azevedo. O festival já começou, mas se você correr ainda pode pegar o seu ingresso. A maioria dos espetáculos são gratuitos (totalmente de graça). Além das peças, o projeto ainda oferece oficina de teatro (gratuitas também). Quer coisa melhor! Venha conhecer o melhor do teatro brasileiro.

Fique por dentro da programação:

www.floripateatro.com.br

sexta-feira

Serial Killer ou Revoltado?

Após falência da sua empresa. Homem americano, matou a mulher e a filha a marteladas!
E logo após foi encontrado, em sua fábrica de flores. Onde se enforcou arrempendido, deixando em bilhete: " Não queria às ver sofrer!"
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Veja mais:

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quinta-feira

Ai, Ai, eu adoro ser Careta!

Aquela fila imensa, e as mesmas pessoas de sempre. O cansaço já dominava meu corpo, como costumeiro de um fim de dia de trabalho. Entrei no ônibus com a cabeça zonza e o estômago roncando de fome. Consegui um dos últimos lugares sentados. Daí para frente o coletivo foi enchendo, e perdi a noção de quantas pessoas o possuíram.

Do lugar onde eu estava eu podia ver a “cobradora”. Bem na frente dela, três meninas com pastas de colégio, falavam alto e riam de todos os presentes. Causando um grande incomodo, aos passageiros. Uns cochichavam baixinho, outros às olhavam com ar de reprovação. Com meu fone de ouvido no último volume, tocando “sociedade alternativa”, ali eu pensava:
“O que está acontecendo com nossa juventude, para agirem de tal forma?” Será que a educação mudou tanto, em relação há dez anos?

Ou será que estamos errando na forma de exemplos na sociedade. Será que temos exemplos?
Durante meu profundo questionar, as adolescentes continuavam com seu papo inexoravelmente besta, com perdão da palavra leitor. Mas, convenhamos que não vêm nem ao caso mencionar tais "papos".

Como se não bastasse, uma das garotas levantou o braço para tirar o casaco e bateu bem na testa da senhora, encostada bem atrás dela. Num ato meio estranho, virou-se para trás como que "tirando com a cara" da senhora em questão, e ainda por cima caiu na gargalhada.

Nessa altura meu ônibus já estava chegando, desci. Teria de assistir mais um dia de aula. Porém, aquelas meninas não saíram da minha cabeça. Como conseguem ser tão mal-educadas? Como será o futuro de nossas crianças? Você já parou para se perguntar.. É triste quando vemos que estamos tão perto do fim da Caretise!

terça-feira

Arte?! Depende da sua visão!

Yves Klein, artista moderno e suas piruetas..

Mamãe me disse: Cresce e vira Jornalista!

Ainda estou crescendo mamãe! hehe


Todos Iguais

Parece que ficamos impotentes! Incapazes de resolver simples coisas. Tudo passa rápido e superficialmente. Porém, não necessitamos de nada mais, que uma roupa no corpo e três horas de sono para voltar à ativa.

Você acha que isso é realmente normal? Até quando vamos conviver com a brutalidade do mundo moderno? Agindo normalmente e falando coisas que não queremos. De certa forma!

Outro dia me deparei com uma situação engraçada. Tenho um computador na autorizada a pelo menos, seis meses. E nem a autorizada, nem a fábrica tomaram providência, depois de uma ação aberta no Procon (programa de Orientação e Proteção ao Consumidor).

Depois destes seis meses de espera, voltei para verificar o que havia acontecido. Atendida me explicaram que devido a processos, que a referida empresa estava sofrendo não iria resolver meu caso. Fiquei muito chateada, mas fui obrigada a aceitar a situação.

Quando menos esperamos, somos surpreendidos por algo que nos repreende. E temos que continuar caminhando, mesmo não concordando com os passos que temos a trilhar.